Reflexão

Estamos a dois dias do final deste ano. Ano que, para mim, teve todas as tonalidades da foto.O azul feliz da piscina da semana de férias que tive com o maridão no Alentejo. O laranja feliz da terra no Congo, onde estive duas semanas – Fevereiro e Junho – para conhecer o meu irmão de quase dois anos e  juntar pessoas no meu coração. O preto doloroso que senti ao partir o pé por duas vezes e as dores das duas cirurgias feitas. O branco feliz do meu Mundo de Afectos que, desde o dia 19/9, está comigo numa luta árdua a dar-me o melhor apoio do Mundo. O pouco alegre castanho de estar a caminho do quarto mês sem colocar nenhum pé no chão. O maravilhoso azul do meu sobrinho T. que veio alegrar a nossa vida em Junho.

O que realça da fotografia é o azul. E é essa cor, justamente com o branco das ondas e o laranja da terra, que quero reter deste 2016. Acredito que 2017 seja um ano de viragem. Só peço saúde e dinheiro para o que precisar de gastar nesse campo. A minha força, o Amor dos meus, as minhas crianças e a minha vontade inata de ser feliz, fazem o resto.

Obrigada! Mil vezes obrigada! E venha 2017. 🌸

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Feliz Natal

Festas Felizes para todos! 

Cirurgia 

E o pior dos cenários possíveis aconteceu. Nova cirurgia no dia 15 de Dezembro 2016, ao mesmo pé esquerdo já operado. Existem várias aspectos a corrigir e não me safo de outra anestesia, outra abertura da cicatriz e as dores inerentes. Foi um choque. Mas depois de ver raio X e TAC, até um leigo percebe o que está mal e o que tem que se fazer para colocar este pé (depois de cerca de um mês de imobilização), a fazer fisioterapia. E foi o que eu lhe disse logo “os factos estão à nossa frente, é para avançar.”. Como diria a minha santa avozinha, o que não tem remédio, remediado está. 

Desta vez sinto-me mais segura. Longe do hospital onde passei das piores semanas da minha vida. Foi um pesadelo desde o primeiro dia até à passada quinta feira, quando vi tanto desleixo numa operação que me faz estar imobilizada desde o dia 22 de Setembro. Tenho um médico em que confio, um hospital onde me sinto em casa – depois de quase dois anos de fisioterapia diária. E tenho a minha S., uma fisioterapeuta com o talento igual ao coração: gigantes. E que vai fazer com que eu volte a andar. Juro que vou fazer uma festa quando isso acontecer. As coisas boas são para serem festejadas. :D💝

Madrinha 

E eis que pela terceira vez, fui madrinha “virtual”de um casamento e não pude estar lá pessoalmente. E doeu. Muito. Passei meses a planejar tudo. Já ninguém no trabalho me aguentava ouvir falar dos dois casamentos a que eu ia. Estava realmente orgulhosa e feliz pelo convite. Foi a primeira coisa em que pensei quando percebi a gravidade do pé partido. Será que dá tempo para conseguir ir? Toda a gente me disse, desde o início que não ia dar. O meu cor de rosa falou mais alto. Não. Eu ia conseguir. À medida que os dias iam passando, as dores permaneciam, e a cicatriz deu problemas… acabei por pensar que não iria concretizar o meu sonho de acompanhar as minhas noivas e de viver com elas o dia mágico. Bateu com força quando tive de olhar de frente para a situação e perceber que a minha força cor de rosa não tinha sido suficiente. Assisti via vídeo aos dois casamentos. Estive de coração e alma nos dois dias. Conectada a elas e aos maridos. Ao dia de cada dupla. E eles foram uns amores a congelar bolo de casamento para mim. Quando comer, vou sentir-me um bocadinho mais próxima daqueles dias 15 e 22 de Outubro. Obrigada, noivas que eu amo de 💗.

Reunião de Irmãos 

Sempre tive uma relação muito próxima com as minhas irmãs. Não desde sempre, mas desde que – com as idas e regressos dos nossos pais do Zaire – ficamos a morar todas no mesmo país. Com a C. desde os meu quinze anos e com a R. desde os vinte anos. Somos assumidamente clã e sabemos sempre o que se passa com cada uma,maridos e prole incluída. Nasceu o caçula de quase dois anos e a paixão foi imediata. Num ano estive com ele 5 semanas e meia. E estamos mais próximos que nunca. Tenho a sorte de ter duas manas e um mano que eu amo de paixão. 💜💗💙

Hoje consegui concretizar o sonho de reunir três irmãos. O meu pai, o meu tio R. e a minha tia I. Depois de décadas sem se verem por motivos que já ninguém sequer se lembra – ou pelo menos ninguém falou – almoçaram hoje em minha casa. Como fiquei feliz de lhes tirar a primeira foto dos três, com grandes sorrisos abertos. E como me deliciei de os ouvir, do quarto, a conversarem e a rirem como se não houvesse amanhã. As minhas cúmplices foram a minha mana C. – Obrigada por andares de um lado para o outro – e a minha tia N. que falou pela primeira vez num encontro e que eu transformei em almoço. :D Obrigada pela animação e simpatia. 💜

Mais uma das tarefas da minha “lista de desejos” completa. 🌠Feliz. 🌠
 

Esgotada

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Não Gosto e Gosto…

Não gosto de estar imobilizada. Não gosto de depender de alguém para tudo. Não gosto das picadas diárias na barriga. Não gosto de cicatrizes que se complicam. Não gosto de ter que ir de ambulância para qualquer consulta que precise. Não gosto de me sentir impotente. Não gosto de ter faltado ao casamento da minha L., onde seria orgulhosamente a madrinha. Não gosto de não ter levado o meu irmão a fazer as actividades que planeei durante meses. Não gosto de não conseguir tirar fotos. Não gosto. E é normal.

Mas…

Gosto das minhas visitas. Gosto do cuidado das minhas crianças. Gosto de poder passar tempo com o meu irmão, mesmo sem as actividades do costume. Gosto do amor e carinho de todo o meu Mundo de Afectos. Gosto de passar de um mês de camisa de dormir para um dia de princesa, para depois retomar a roupa de cama. Gosto do amor do meu maridão que esteve lá em todos os momentos durante três semanas e a fazer tudo o que era preciso dada a minha situação. Gosto de vos ter na minha vida. Gosto. E é normal.

E é no equilíbrio entre estes “não gosto” e “gosto” que a minha ‘vida parada’ está a caminhar. 💗

Sonhar…

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Desenho

Desenho feito pelo meu irmão M., de 19 meses. O primeiro dele. E fê-lo comigo a tentar ensinar-lhe como se colocava o marcador. Claro que para mim é um desenho lindo de morrer. E foi muito bom fazer uma actividade com ele.É difícil para mim, e estranho para ele, não poder brincar aos carrinhos no chão, correr atrás dele e fazer-lhe ataques de cócegas. Até ontem olhava para mim como se não percebesse o porquê da mana Cita estar sempre deitada. Ontem e hoje já esteve encostado à cama – e em cima dela – a brincar comigo, a ver vídeos da Xana Toc Toc & outros e a fazer desenhos. Deve ter percebido, naquela inocência linda, que eu não ia levantar me para fazer o que fiz no Congo. E rendeu-se a uma cama onde está a mana. Amo-te, meu bebé! 💜

Trauma

E no piso de traumatologia fiquei psicologicamente traumatizada. É sítio para o qual não irei nunca mais. Segundo ouvi, o hospital tem a fama de ter o pior serviço de trauma do país. Salvo honrosas exceções, a sensação que se tem é de puro pesadelo. Os médicos não falam com os pacientes. Tentei fazer perguntas e nem olharam para mim. O mínimo exigido é de nos tratarem com respeito. Todas as pessoas, e principalmente as que já estão fragilizadas por estarem doentes, merecem respeito. Cheguei a esperar meia hora por uma aparadeira ou de medicação para as dores. O pessoal é diminuto para o número de camas/pacientes. Eu sei disso mas alguma coisa está a funcionar muito mal com o serviço de saúde, e tem que ser feita alguma coisa. Vou escrever nos dois livros. No livro de reclamações e no livro do elogio. Porque embora a quase totalidade da “estadia” tenha sido péssima, há ali profissionais de saúde que são excelentes. Auxiliares e enfermeiros/as que se destacam pelo profissionalismo e simpatia com que nos atendiam sempre que precisavam. É um raio de uma sensação de impotência ficarmos deitadas numa cama, sem poder andar. Se aqui em casa me incomoda chamar sempre alguém, no hospital ainda queria incomodar menos. Quanto mais não fora, para evitar olhares de lado ou respostas tortas. Tenho consciência de que fui uma doente que só chamava para o absolutamente necessário. Mesmo assim, senti-me um fardo para quem está lá para cuidar e nos fazer sentir melhor. Não foi o que aconteceu. E isso é triste. :(

Bebé M.

E desta vez foi África que veio até mim. O meu tesouro de olhos pretos e caracóis lindos e suaves, fez a sua primeira viagem de avião e aterrou numa chuva de colos, mimos e brincadeira. Quando chegou do aeroporto a minha casa, aninhou-se no meu colo e depois começou a brincar e a rir entre mim e a minha sobrinha S. E ao jantar comeu ao meu lado na cama. E estes momentos encheram o meu coração de felicidade. É frustrante não poder sair da cama para nada. Não posso brincar aos carrinhos no chão. Não posso dar lhe a mão e mostrar lhe a casa e “os tesouros” escondidos. Mas posso fazer o que é mais importante. Dar-lhe todo o meu Amor e aproveitar todos os minutos desta estadia dele comigo. Numa cama. Seja. Esta imensa felicidade vai apagar a dor das últimas duas semanas. 💗

Je t’aime, mon trésor. 😍

Manuel Luís Goucha 

Adoro este senhor. Acho-o de uma educação, sensibilidade e amabilidade fora do normal. Como adoro programas de culinária, vi todos os Master Chef de adultos e o dos miúdos. E ele é o meu jurado preferido. Genuíno. Bom comunicador. Escreve muito bem num blogue que eu adoro. E depois tira destas fotos ternurentas e que me derretem. Salvo erro este cão lindo é o Poejo. Amei a originalidade do nome. 💗

Família Feliz 

E mais dois bebés que eu sigo à distância. Admiro a forma como Kate e William não abdicam de serem eles a estar e a educar os filhos, e a levarem-nos nestas visitas oficiais. Estão a mudar a forma como as famílias reais interagem com os filhos e isso é excelente. Principalmente para as crianças, George e Charlotte. As fotos são deliciosas e o mimo e a cumplicidade e a alegria estão estampadas no rosto dos quatro. Esta parece ser um exemplo de uma família feliz. E eu gosto de famílias felizes. Ainda mais quando há crianças e bebés, que reviram a vida é o sono dos pais,  mas que são o seu bem mais precioso. 💙💜

Amizades

Amizades. Sei que as faço com facilidade. Gosto de pessoas. Ao longo da vida, vou gostando de mais pessoas. Tenho os meus amigos para a vida. Aqueles que me acompanham e eu acompanho há “décadas de vida”. E outras que eu vou ganhando ao longo dos anos. Tenho orgulho de ter amigos de todas as idades. E aprendo com cada um deles. E divirto-me com cada um deles. E adoro a presença de todos. Quando estamos, como agora, presas a uma cama sem mobilidade para sair … esses amigos são -nos essenciais. Só me apetece dizer “obrigada” a toda a hora. E, por exemplo, até a simpática e doce D. que me transportou do Hospital das Caldas para o Porto, na ambulância, se tornou minha amiga do Facebook e é alguém que – mesmo virtual – me diz muito. Esteve com o seu sorriso e conversa a distrair-me do momento muito mau que estava a viver. Obrigada! Mil vezes obrigada a todos os que têm feito destes dias difíceis de dores, uns dias mais solarengos. :D

Obama

Às vezes gostamos das pessoas só porque sim. Quer sejam pessoas que conhecemos pessoalmente e com quem empatizamos imediatamente. Ou com figuras públicas. De algumas gosto e outras não. Se não as conheço não faz grande sentido mas creio que acontece com todos.

Barack Obama. Gostei dele mal o conheci, candidato a Presidente dos Estados Unidos. Não vi grandes debates mas o discurso franco e directo e o sorriso de gente boa fizeram com que estivesse a torcer por ele. Coube-me a sorte de estar no Quénia de férias no dia em que ganhou as eleições. Estava a fazer um safari em Masai Mara e, no intervalo para o pequeno-almoço, soube-o pela boca de um queniano Masai. Mágico. No meio daquela beleza e sendo Obama de ascendência queniana, foi uma alegria.

Passaram-se oito anos. Está quase de saída da Casa Branca e marcou a sua presença pela positiva. Continuou com o riso aberto em fotografias como as que estão aqui e com lágrimas nas alturas más. Quebrou protocolos que fizeram sorrir muita gente. Cumprimentou militares, limpadores de lixo e pessoas de todos os géneros. 

Vou ter saudades dele. Da espontaneidade, do sorriso, da natureza gentil e aberta e do charme (a Michelle que me perdoe :D).

Obrigada por ter feito a diferença, Sr. Barack Obama! 💗 O meu Presidente favorito dos EUA de todos os tempos. 💗

Vizinhança 

No hospital tinha quatro vizinhas de enfermaria. Três delas de idade mais avançada. Duas delas com o mesmo nome. Como a primeira noite passei-a no corredor, só na terça feira as vi. A minha vizinha da direita, a B., era pouco mais velha do que eu. Tranquila, doce e amorosa. Acabamos por criar amizade num local onde tão poucos sentimentos eram bons. Ali, como ela dizia e bem, o sentimento era de que éramos invisíveis. E isso, acreditem, é bem pior do que nos sentirmos pequeninas. Variadas vezes juntamos as mãos, pelo meio das barras das camas de hospital, para ajudar uma ou a outra com dores. Aquele contacto fez-nos acreditar que tínhamos ali alguém que se importava connosco. Diminuiu a sombra das noites e aclarou os dias mais cinzentos. Obrigada, querida amiga, pelos apertos de mãos e pela conversa que nos ajudou às duas a passar o tempo e a esquecer as dores. Há pessoas que até podem passar de forma breve pela nossa vida, mas que a marcam de forma definitiva. E cabe a nós, vizinha, manter o que começamos numa enfermaria de um hospital. 

Gosto muito de si, minha B.! 🌸

Teste

E a vida resolveu testar -me mais uma vez. Depois de três meses a ir  trabalhar de canadiana, a fazer fisio ao pé esquerdo todos os dias para evitar uma operação aos ligamentos e …eis que, no primeiro dia da segunda de duas semanas de férias, caio e parto o pé esquerdo. A andar. De sapatilhas e pé elástico. Sem que nada o fizesse prever.

O mundo cor de rosa de umas férias, até aquele momento fantásticas, virou preto. Nunca tive tantas dores na minha vida. E já conto com algumas operações cirúrgicas e outros problemas de saúde. O dia 19 de Setembro, dia de anos do meu cunhado, vai ficar na história pelas piores razões. Foi um pesadelo. As dores desde que caí até ser atendida por um médico. O médico que colocou o osso no sítio sem anestesia. Pensei que não iria suportar. Ainda me arrepio ao pensar naqueles momentos mas aqui estou. De pé operado e imobilizado durante seis semanas. E o outro com entorse. Ou seja, deitada numa cama até que pelo menos um esteja em condições que me permitam fazer uma coisa tão básica como é o ir à casa de banho. Com ajuda para lá chegar mas conseguindo, vai ser uma vitória. Cada dia que passa é um dia que diminuo às seis semanas. Cada dia é um “passo” – deitado :D – para conseguir tirar o gesso e, a seguir, começar a fisioterapia. 

Desta semana no hospital, tenho histórias de ternura e histórias de fugir. Vou recomeçar a escrever neste meu espaço. A deitar para fora todas as emoções que fui armazenando. Umas saíram com lágrimas de dor ou de pura frustração. Outras saíram em forma de sorriso ou de gargalhada sentida. Sim. Também se ri numa enfermaria cheia de bolor e humidade. 

Obrigada a todos os que têm estado comigo, seja de que forma for. E em especial ao maridão que não me largou um segundo desde então, e que já levou o voto matrimonial “na saúde e na doença”, para além de um nível o mais longe que poderia algum dia imaginar. A cada “desculpa e obrigada”, ele responde”não farias o mesmo por mim?”. Claro que sim. A verdade é que tem sido sempre ele. 

Obrigada, Amor da minha vida, por estares de pedra e cal ao meu lado.

Vida

É o objectivo da vida. Não existirmos somente. Eu sinto que estou a existir. A vida, salvo raras exceções, está a passar -me ao lado. Tenho saudades de me sentir leve. Tenho saudades de me sentir feliz sem ter um motivo. Tenho saudades de sorrir só porque sim. Tenho saudades de me sentir a viver. Tenho saudades de acrescentar dias à vida, como costumo dizer. E isso não é bom… mas vou conseguir, mais tarde ou mais cedo, viver em pleno. E o que eu prometo, cumpro.

Idade 

Sarar. Quando se está há três meses a tentar sarar uma questão física, é impossível que não precisemos de sarar também a parte psicologica. Passei todos os fins de semana desde que parti o pé em casa, com honrosas e deliciosas saídas para aniversários. Mais nada. O Verão está a passar -me completamente ao lado. E este fim de semana foi diferente. Uma única noite passada num local que eu adoro e com pessoas que eu adoro. Dois sobrinhos incluídos. Seis anos um e dois meses outro. Com o pequenino foi a paz de dar biberão com dois olhos brilhantes a olhar para mim. Com o maior brincadeira todo o fim de semana, com a tia obviamente sentada ou deitada. Já no domingo, estava eu a tentar marcar golos deitada ao sol e ele a fazer de guarda redes. De repente diz ele “Tia, tu não podes ter 45 ou 46 anos, como tu dizes.”. Sorri e perguntei porquê. “Por seres assim!”. E abre os braços a indicar a brincadeira. A cinquagesima daqueles dias. Fiquei de coração cheio e a pensar que, não que eu não soubesse já, mas as crianças são o melhor de mim. Obrigada, pequeno A.,por me ajudares a sarar com o teu Amor… 💙⚽

Sonhos de Menina

E eu como todas as meninas… sonhei. Muito. Sonhei com príncipes encantados. Sonhei com bebés rechonchudos que iria ter (chegando a escolher nomes). Sonhei com uma casa térrea com uma árvore de fruto e um pequeno jardim repleto de flores coloridas, e uma cerca branca a rodea-la. Sonhei. 

Hoje sei que os príncipes encantados não existem. Hoje ainda não tenho o bebé rechonchudo, e já não o devo ter. E hoje a casa com cerca também não é uma realidade. Isto não significa que não seja feliz. Os nossos sonhos de menina são feitos de muito pó de perlimpimpim. Crescemos e a vida ensina que podemos tentar ser o mais felizes que pudermos. Sem deixar de sonhar. Desta vez com sonhos de mulher.

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