Coração, Sobrinhos

Pink Time

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Tempo cor de rosa. Um fim de semana com as minhas três sobrinhas e a minha maninha de coração. Ir ao já habitual prego com o molho fantástico e esperar que este céu meio azul, meio nublado, vire azul para podermos passear. O melhor da vida é mesmo estar com quem amamos e nos faz feliz. <3

Bom Sábado! :-)

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Coração

Kate

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Eu e as grávidas. Eu sei. Mas adoro. E a da Kate está super fofa. Ansiosa pelas barrigas das “minhas mães” de 2005 crescerem. <3

Coração

Fechar

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Fechar um livro é sempre difícil. Das duas, uma. Ou porque foi tão bom que queríamos que tivesse mais páginas para nos deliciarmos na sua leitura. Ou porque a certa altura, após algumas páginas, chegamos à conclusão de que não estamos a gostar e decidimos não o acabarmos. Já me aconteceram as duas coisas. Literalmente falando.

E, analogias à parte, há alturas em que temos mesmo – por muito que doa e custe – que fechar um livro. Há histórias que começam como contos de fadas. Com todos os perlimpimpins dos mesmos. Só que a vida continua e os pós começam a perder brilho. E acabamos por chegar à conclusão de que os príncipes encantados só existem nos livros e que nós, princesas (sim, nós existimos :-)), temos que lutar pela nossa felicidade e pelo nosso equilíbrio e bem estar. Nem que passemos um bom par de horas a chorar “à filme de Hollywood” porque tivemos que fechar o livro. Há decisões a serem tomadas. Há pessoas que merecem todo o nosso amor, respeito e carinho. E que estão sempre lá. “No matter what”. A essas devemos agarrar e fazer de tudo para serem felizes connosco. A minha velha máxima de “quem quer, faz” tem cada vez mais sentido. E há quem faça TUDO. Quem nos prove diariamente que são as melhores pessoas do Mundo e arredores. <3

Isto de ser infeliz não é comigo. Sou cor de rosa por natureza. Quando se chora mais do que o que se sorri, é porque alguma coisa não está bem. Faz-se o diagnóstico e trata-se de resolver o problema. Quem me conhece bem, sabe que eu dou tudo. Até um dia. Se decidir não o fazer mais, não faço. Seja em "livros" sobre amor, amizade ou trabalho. Porque o mundo literário é assim vasto. Como a nossa vida.

Serei sempre de quem me quer bem e faz bem. E farei sempre tudo por essas pessoas. Tantas e tantas na minha vida. Uma em especial. Obrigada por estarem aí e fazerem parte do meu Mundo de Alice. <3

Coração, Sobrinhos

Infância

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Ursinhos de peluche. Quando leio a história à minha sobrinha antes dela dormir, adoro agarrar-me a um dos peluches dela. Seja o Mr Donkey, a Elsa do Frozen ou a um ursinho de peluche que deve ter a idade dela. Com o calor e o carinho que emana dela a aquecer o meu coração. E volto à minha doce infância e juventude. Altura em que dormíamos sem problemas de maior. Sem vontade de fechar os olhos para brincar mais um bocadinho. No meu caso, para ler mais umas páginas de um livro. O meu passatempo favorito de todos os tempos.

A constelação de estrelas debaixo das quais brinquei na rua, nas longas noites de Verão, numa rua quase sem trânsito e onde a segurança das crianças era um dado adquirido.

E o tule cor de rosa. Dos sonhos de menina. De príncipes encantados e cavalos brancos. De casamentos de princesa. De filhos lindos a agarrar-me ao pescoço. De uma vida “feliz para sempre”.

Adorei a imagem. Peluche. Estrelas. Tule. :-)

Boa noite, meus amores. <3

Amizade, Coração

Psicóloga

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Já me disseram que escrevo “demais” aqui. De que me abro “demais”. De que a minha vida é um livro aberto. Muito por causa deste meu canto e do quanto eu já escrevi aqui. De amores. De doenças. De tristezas. De alegrias. De experiências da minha vida. De sentimentos. Durante um tempo até acabei por “ceder” e retrair-me de o fazer. Acabei por ir fazendo posts mais descontraídos e que me davam gozo colocar. Talvez fosse mais sensato resguardar-me mais. Ser mais contida. Acredito que até fosse. Mas eu não sou assim. Sou, por natureza, uma pessoa aberta às pessoas e ao Mundo. Menos do que há uns anos, mas continuo a ser a Alice que fala dela, do que sente e que adora pessoas.

Infelizmente ainda há muito quem considere que pessoas que tomam anti-depressivos e vão ao psicólogas são fracas. Pois bem. Eu há quinze anos precisei de ajuda de uma psicoterapeuta. Tomei medicação. Fui a diversas sessões durante cerca de dois anos. Fez-me muito bem. Ajudou-me a lidar comigo mesmo e, por consequência, com os outros. Deixei de ir quando senti que já não precisava.

Após o acidente neurológico, voltei. Há três anos. Desta vez a uma psiquiatra dado que se tratava de uma exaustão. O termo técnico é “burn out”. Medicação que ajudou a melhorar a capacidade de memória e de resistência à pressão e cansaço extremo – psicológico e físico – a que tinha chegado. Saí mais forte.

Ontem recorri pela terceira vez a uma ajuda de uma psicóloga. Adorei. Pela primeira vez entrei num consultório onde não existia uma secretária. Só cadeirões, mantas e uma média luz. Senti-me numa sala de estar. Senti-me acolhida. E falei. Praticamente sem parar durante uma hora. A Dra ouviu-me, interrompendo para algumas perguntas, mas ouviu tudo com um sorriso encorajador no rosto. Se me sinto fraca por ter lá ido? Não. Sinto-me forte por assumir perante mim mesma que preciso de ajuda numa altura da minha vida em que muita coisa está a acontecer. Tenho um marido fantástico. Uma família fantástica. Amigos fantásticos. O meu Mundo de Afectos de que tanto me orgulho. Posso falar com qualquer uma destas pessoas. E falo. E desabafo. Talvez a diferença esteja em ser alguém que não nos conhece e que está lá, com tudo o que aprendeu, para ajudar a desatar nós e a dar dicas preciosas de como lidar com situações com as quais não estamos a saber gerir.

Fez-me bem. O abraço final também. Vou voltar. As vezes que forem precisas para me sentir de novo equilibrada. Ninguém que recorra a este tipo de médico é fraco ou “maluco”. São pessoas que, como eu, sentem que precisam de alguém como a Dra P. <3