Cabelo

Depois de me ter passado a ideia do ruivo, ando com dúvidas de cortar ou não o cabelo. Adorei este corte na Nell, do NCIS Los Angeles. Será que me ficava bem? :)

Rolos

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Eu sei que é panca. Assumo. Há coisas que não gostamos de fazer e sem nenhuma explicação racional. Uma delas é mudar o rolo do POS. Odeio, odeio, odeio. Quando tenho que o fazer, que remédio. Mas fico podre quando acontece. Confissão feita.

Excepcional

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Em Fevereiro do ano passado conheci uma pessoa muito especial. Uma médica que me diagnosticou a asma e que sempre foi o que todos deveriam ser. Boa profissional. Em todo o lado existem bons e maus profissionais. Seja no público ou no privado. Os médicos não são excepção.
Sempre me fez impressão os médicos que diagnosticam, sem nos tocar, um virose quando se tem uma sinusite aguda. Aconteceu-me a mim. Perdi a confiança. Por acaso foi com o meu médico de família. Podia ter sido num hospital privado. Erros acontecem. Eu também os cometo. Só não acho justo que um doente que, num estado fragilizado, procure alguém que o ajude e o faça sentir melhor e encontre do outro lado um cubo de gelo. Quantas vezes eu já ouvi um “o que a traz cá”, eu explico e, sem me tocar diagnosticam para si próprios, passam a receita, não dizem o que o paciente tem e “boa tarde” é o que se ouve à laia de despedida. Empatia: zero. Para mim o principal problema.
Nestes três meses de médicos, exames, urgências e internamentos, fui muito bem tratada. Houve duas consultas com o mesmo medico completamente surreais. Perda de dinheiro absoluto. Dado que elas foram duas no meio de umas trinta, a média está óptima.
Voltando à minha “médica da guarda”, como eu lhe chamo, ela é realmente excepcional. Tem uma preocupação com os doentes que só vi na minha antiga médica de família. Procura ajuda nem que tenha que procurar entre todos os médicos do hospital. Levanta-se e vai. Telefona. Ausculta até perceber o que se passa. Eu sinto-me protegida. Sinto o tal porto seguro que todos os doentes deveriam sentir. Ela é uma pessoa excepcional. Eu tive a sorte de a encontrar.

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Original

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Adorei a ideia. :)

Massagens

Conheci o local através de uma promoção da Groupon que o maridão me ofereceu. Se a memória não me engana, qualquer coisa tipo três massagens por trinta euros. Fui e fique fã. A massagista é fantástica. O espaço super moderno. O resto do staff uma simpatia também. Já lá fui mais algumas vezes porque fazem sempre promoções de massagens e packs de beleza. E já comprei três prendas para oferecer porque têm vales de oferta. Uma óptima opção para quem gosta de fazer massagens ou de as oferecer. É sempre uma ideia original. É perto do Alto da Maia. Se alguém quiser saber mais, é só perguntar. Fica a dica.

Sorte macaca

Estas madalenas parecem ser caseiras. Eu ODEIO mesmo são aquelas industriais, que vêm embaladas em plástico. Hoje, durante o exame ao coração, tive que fazer dois lanchinhos por causa da medicação que injectam. Bom, imaginem o dito cujo lanche. Uma madalena e um pacotinho de leite meio gordo simples. Se há coisa que eu ODEIO ainda mais que madalenas é leite simples. Disfarçado com chocolate ou café já Deus sabe. Simples é um tormento. Conclusão: sorte macaca a minha. Ainda por cima a dobrar. :)

Parenthood

Vejo esta série quando a apanho num zapping. Não a sigo por ordem nem a gravo. Gosto, no entanto, de a ver. Os dramas e comédias daqueles pais, irmãs e filhos a tentar levar a melhor vida possível. Por motivos pessoais, a personagem da criança com Asperger toca-me de forma particular. Não é fácil lidar com crianças diferentes e especiais. Com tudo o que têm de doce e de agreste. O resto das personagens são interessantes e é a vida de todos nós retratada numa série de televisão.

Palavras

Há alturas em que me apetecia deitar para fora coisas que ficaram por dizer. Por não ser o momento certo. Por não ser “politicamente” correcto. Por, pura e simplesmente, às vezes achar que sou demasiado emotiva e que o que vou dizer “é demais”. É tal e qual como o meu “excesso” de toque, de beijos e de demonstrações de amizade, carinho ou amor. E, também às vezes, questiono-me se não faço mal. Se não vai chegar o dia em que me vou arrepender de não ter verbalizado. É o equilíbrio que, por vezes, a sociedade quase nos obriga a ter. Eu, em algumas coisas, sou tudo menos equilibrada. E apetece-me dizer as coisas mais doces sem pudor. Por vezes saem. Outras vezes não.

Unhas

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No Verão vou querer fazer estas. Adoro. :)

Deep

Este homem tira-me do sério. Aumenta-me a tensão arterial. Ainda não percebi se é o aspecto negligé, dos lencinhos que eu adoro ou do ar de quem está sempre “na dele e os outros que se borrifem”. Não resisti. Mais uma foto dele. Já suspirei umas dez vezes. Agora vou regressar à realidade. :)

Dias de silêncio

Esta “aventura” de estar doente e de não poder ir trabalhar, começou logo no inicio do ano. Ou seja, há quase três meses. E, nesse tempo, eu consegui estar animada, de bom humor e sem sintomas de qualquer tipo de depressão. Não era forçado. Estava genuinamente bem, apesar dos repetidos sustos. Exaustão, seguida de mini avc e seguida de uma crise aguda de asma. E a fadiga que não vai embora. A falta de forças que subsiste. Eu continuava faladora. Tinham que me mandar calar variadas vezes para ter mais oxigénio para respirar. Médicos inclusivé. :)

Bom, na passada sexta feira calei-me. Remeti-me a um silêncio que, em mim, pode ser “assustador”. Depois de mais uma consulta, agora trata-se de um possível problema cardíaco. O quarto problema neste período de tempo. E, sem perceber porquê, fui abaixo. Por ser coração? Talvez. Por estar cansada de tanto problema físico, apesar de avisada que a exaustão pode atacar orgão a orgão? Talvez. Sei que não me apeteceu escrever. Não me apeteceu falar. Foram os meus dias de silêncio.

Hoje resolvi quebrá-lo. Deitar para fora. É sempre melhor. Na terça tenho um exame ao coração de cinco horas. E, mais uma vez, vai haver solução. Há sempre. Resolvi mandar o silêncio embora e continuar a ser a chata faladora que não se cala quando apanha alguém ao telefone ou quando recebe visitas. Foi uma quebra. Voltei ao meu “eu”. E o blogue aos seus posts. :)

 

Amizade

Cruesli

Com a história de ter que comer alimentos com ferro, e os frutos secos terem ferro, resolvi experimentar estes. Não são dos mais baratos mas são deliciosos. Para quem gosta de avelãs e afins, experimentem. :)

On hold

http://www.audrey-kawasaki.com/. Aconselho a dar uma olhada no trabalho dela. Adoro este desenho em particular. Tenho-o em pin.

Faz todo o sentido na minha vida nesta semana.

Liberdade

Alcatraz

Vi o primeiro episódio esta semana. História misteriosa que envolve a prisão de Alcatraz, ao largo de San Francisco. Em 1963, 302 reclusos e guardas desaparecem sem deixar rasto. Uma equipa tem que os encontrar. Entre eles o “meu querido” Hurley, da série Lost, que reapareceu da ilha como um dos personagens principais nesta série.:)

Estranhei o enredo deste primeiro episódio mas estou curiosa pelo que vem aí. Os actores são óptimos e parece-me que está muito bem feita. Vamos lá segui-la. :)

Henrique Sá Pessoa

Não conheço o livro nem é ele que me faz escrever este post. É o próprio Henrique Sá Pessoa. Já o vi a apresentar um ou dois pratos na televisão. E acho-lhe muita piada. É um homem muito interessante. Adoro vê-lo com aqueles lenços compridos que, definitivamente, dão charme a alguns homens. Quanto a mim, a ele dão. O namoro com a Marta Leite Castro já lá vai e o rapaz pelos vistos está solteiro de novo. Um “hummmm” da cozinha. :)

Fim de semana

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Um fim de semana cheio de cor para todos. :)

Penélope

Adorava ter rosto para cortar o cabelo curto. A Emma Watson ficou lindíssima quando o cortou. Gostei da Penélope com o mesmo estilo. Há mulheres a quem fica mesmo bem. Com estas minhas orelhinhas nem pensar. :)

Gosto de… abraços apertados

Reconfortam. Dão forças. Animam. Fazem-me sentir amada. Ontem precisei muito de um e aquele xi apertado fez milagres.

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