Bom Ano!!!!!!

I had a farm in África

Primeira frase do “África Minha”. Li o livro durante as minhas férias no Quénia. Não gostei. Tinha gostado do filme e das paisagens. E isto para dizer que tenho o sonho de morar numa quinta em África. Utópico. Eu sei. O meu pai trabalha e mora em Kinshasa. Ou seja, mora no continente africano e, acreditem, no caso dele nada tem de idílico. Eu sonho com uma quinta no Quénia. Longe das cidades. Com uma paisagem de tirar a respiração. A terra vermelha. Os sons da natureza pura. A chuva intensa. A trovoada, quando parece que o céu está zangado e quer castigar alguém. O pôr do sol magnífico e quente. Adorei todas as férias que passei em África. Gostava de acabar lá os meus dias. Seja S. Tomé, Quénia, ou outro qualquer país que possa visitar e me apaixonar perdidamente. Continuo a sonhar? Talvez. Mas quem sabe um dia não o realizo. :) É o meu desejo de Ano Novo! :)

Pessoas que me fazem rir

Há pessoas que me fazem rir. Quase sempre as mesmas. Não me considero possuidora de um grande sentido de humor. Admiro quem tem. E tenho a dizer a todos os que me fazem largar gargalhadas, que me fazem bem à alma. Bem-hajam! :)

Assuão

Felucca no Rio Nilo. :)

Mundo

“The reasonable man adapts himself to the world. The unreasonable one persists in trying to adapt the world to himself.”

Dormir

 

Preciso desesperadamente de dormir. Dormir, dormir, dormir. Até o corpo não precisar mais. Poucas vezes na minha vida senti o que sinto hoje. Vontade de fazer as coisas e não conseguir. A razão, pura e simples, é ter chegado à conclusão que fisicamente exagerei. Ou então, ainda são sequelas da maldita infecção pulmonar. Queria sentir-me com forças para acabar tudo aquilo que ainda tenho que fazer neste final de ano. Talvez dormir ajudasse. E tempo? Onde anda ele?…

Abbs

É uma das personagens do NCIS. Investigação Criminal, na tradução portuguesa. Gosto da série. E gosto da personagem. :)

Natal

Depois de uns dias cansativos e stressantes, chegou a véspera de Natal. Vou mesmo tentar desligar de tudo, aproveitar a companhia de quem eu mais adoro, comer umas quantas rabanadas e… já agora, receber umas prenditas. A todos desejo um Natal o mais quente e feliz possível. E, como li ontem num e-mail, que ele venha um polvilhado de açúcar e canela! :)

O meu sonho

Austrália… Como eu gostava de te visitar…

Conversa

Por norma, acho que uma boa conversa resolve muita coisa. Acredito nisso. Não quer isto dizer que, às vezes, não me apeteça de todo conversar com alguém. E quando é assim, não converso. Hoje explodi. Chorei. A seguir conversei sobre o assunto. E fiquei melhor. Mais aliviada. Os problemas não desapareceram mas estou a conseguir pensar com mais clareza. Só por isso a conversa já ajudou. E muito.

Sozinho

Adoro esta música…

Triste

Jane Goodall

Adorava a história do Tarzan quando era pequena. Nasceu em Inglaterra e sonhava com África. A mãe dizia-lhe: “You can do whatever you set your mind to.”. Foi para a Tanzânia e mudou a história. Foi contratada por um paleontologista para observar e recolher informações sobre os chimpanzés da zona de Gombe. E ela lá permaneceu 25 anos. Observou um chimpanzé a utilizar um galho para alcançar um ninho de térmitas e provou que o Homem não é o único ser vivo a utilizar instrumentos. Criou uma instituição – o “Jane Goodall Institute” – que tem como missão preservar e estudar o habitat dos chimpanzés. Actualmente com 76 anos, viaja pelo mundo mais de trezentos dias por ano em palestras. Mesmo assim, consegue ter tempo para regressar a Gombe e aos seus adorados primatas.

Há decisões e sonhos que mudam uma vida e… a dos outros.

Mergulho

Fiz mergulho uma vez. Em Cabo Verde. O hotel oferecia um “baptismo de mergulho na piscina”. E eu lá embarquei na aventura. A primeira sensação foi de asfixia. Achei que não ia conseguir. “Respire normalmente”, lá repetia o bonzão do instrutor brasileiro. E eu, às tantas, já conseguia fazer a piscina toda de um lado a outro, com a botija de oxigénio. Uma vitória. No fim da “aula”, a sugestão para fazer mergulho no mar. E eu, depois de alguns minutos a ponderar na ideia, resolvi aceitar. Afinal o que é a vida sem experiências novas? Metemo-nos num barco e lá fomos para longe do aconchego da praia de areia dourada. Primeira dificuldade. Tinha que me atirar de costas para o mar, com a parafernália do fato, botija e afins. Ultrapassado o obstáculo, aprendi a fazer os gestos do “tudo ok” e “tirem-me daqui com a maior velocidade possível”. :) Tenho a dizer que valeu a pena logo nos primeiros segundos. Nunca me esquecerei do tom do mar quando comecei o mergulho. É lindo, lindo, lindo. Depois vi peixes coloridos, corais e uma raia. Perdi a noção do tempo. Sei que, a certa altura, achei que tinha entrado água para dentro da máscara. Entrei em pânico e subi em velocidade recorde os 8 metros que me distanciavam da superfície. Não sei se volto a fazer. Pelo menos, aquele mergulho, já ninguém mo tira. :)

Shemar Moore

Continuando a minha lista de homens lindos, aqui está. Directamente do “Criminal Minds”. Shemar Moore. :)

Nespresso

Meu querido Pai Natal. Não sei se lês o meu blogue mas, na eventualidade de o fazeres, é para te dizer que me portei muito bem neste ano de 2010. Assim sendo, gostava que me mandasses uma máquina Nespresso pela chaminé. Eu prometo que deixo uma malga de leite quente e umas bolachinhas junto à lareira. Um beijinho e votos de uma boa distribuição de prendas. E não te esqueças de te agasalhar porque está frio e uma constipação nessa idade é perigosa. :)

Riad Zara

Conheci Marrakech em Setembro passado. A acompanhar um grupo. Quero lá voltar com calma. Para gozar bem a cidade. E quero ficar aqui. No Riad Zara. Uma grande amiga minha já lá ficou alojada. Na altura, quando vi as fotografias, fiquei apaixonada pelas cores fortes. Pelos pátios. Gosto do conceito do riad. Casas transformadas em pequenas unidades de alojamento. Cada um deles costuma ter cerca de 6 a 8 quartos. Decorados com materiais marroquinos. E todos com pátio interior. Os pátios exteriores existentes, agora com mesas e cadeiras onde se servem refeições e espreguiçadeiras para apanhar sol, antigamente eram usados como local para colocar os estendais de roupa. Segundo o que dizem, têm vistas fantásticas sobre a medina. É uma boa ideia para quem quer ficar em Marrakech e  sentir-se mais próximo da cultura marroquina.

Gosto de… suricatas

Gosto imenso dos bichinhos. Foi a minha desilusão do safari. Não vi nem uma. Passei o tempo a tentar explicar ao Eric o que eram suricatas. Deve ter percebido pelos gestos. O certo é que, se existiam em Masai Mara, não se deram ao trabalho de aparecer. Bem as procurei na savana. Nada. Na próxima vez, apareçam. Eu ia ficar feliz. :)

Embondeiro de Grandidier

Vi estas árvores lindas hoje no National Geographic. Existem em Madagáscar. Fiquei com vontade de as ver pessoalmente. África de novo. É mesmo paixão. :)

Paixão

Ouvi agora na TV que está cientificamente provado que, cada vez que nos apaixonamos, uma parte do cérebro “desliga”. A parte do sentido crítico. Não sei se é verdade ou não. Sei que me apaixonei algumas vezes na minha vida. E que é mesmo uma faca de dois gumes. Gosto da sensação de euforia, da falta de ar quando a pessoa em questão não está, da alegria que se sente quando recebemos uma chamada telefónica, dos beijos que parecem mais quentes e profundos. Dos olhares cúmplices e silenciosos. Não gosto da angústia associada. Do que se sofre quando não recebemos o que ansiamos. Porque, num momento de paixão, tudo parece amplificado. Os minutos de espera parecem horas. Nada é tranquilo. Alterando um pouco a frase do nosso Camões: “a paixão é fogo que arde sem se ver”. Ás vezes queima mas ninguém lhe resiste.

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