Castanhas

Adoro castanhas. Prefiro assadas no forno com sal do que cozidas. Ando a descobrir que as castanhas ficam bem cozinhadas com quase tudo. Ontem o jantar foi peixe assado com castanhas, camarão, cenouras e cebolas. Estava uma delícia. Com carne de porco assado, ficam divinais. Eu devia, só nesse aspecto, ter nascido na Idade Média. Prefiro mil vezes castanhas a batatas. :)

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Segundas oportunidades

A actriz Elizabeth Taylor morreu ontem. Era uma diva do cinema. Linda e com uns olhos fabulosos. Eu, romântica incurável, adorei o amor que a ligou ao Richard Burton. Claro que não sei como era a relação deles. Se aquela felicidade era genuína. Sei que sempre achei o segundo casamento dos dois um hino ao amor e às segundas oportunidades. Eu, que nem sequer acredito que haja só uma pessoa neste mundo que nos possa fazer felizes, neles via o tal conceito das “almas gémeas”. Fosse ele verdadeiro ou não.

Amendoins

Foi o petisco do dia de hoje na loja. Para nos dar ânimo para os quinhentos orçamentos dados. É muito, muito, muito bom. Fiquei fã! :)

Patos e couves

Agora sem carro durante tempo indeterminado, tenho que vir trabalhar de autocarro. Como o autocarro não vem até ao centro comercial, saio em Ermesinde e veio a caminhar durante vinte minutos. Hoje, em plena cidade e muito perto do shopping, reparei que estava uma senhora a tratar das couves plantadas num terreno pequenino. E, logo a seguir, estava uma criação de patos. Meia dúzia deles, a gozar o sol matinal. Achei piada à “ruralidade” ainda existente em cidades. Lembrei-me da minha avózinha e das couves plantadas por ela. É bom constatar que ainda há gente que o faz. :)

Acidente

Ontem. Às 21h00. A sair da agência, tive o meu primeiro acidente. Passaram umas horas e ainda estou em estado de choque. A imagem do acidente vem, quer eu queira ou não, em lampejos à memória. E o mais estranho é que o minuto anterior “apagou-se”. Como se alguém me tivesse carregado no “delete”. Estou bem. Essa é a parte boa. Ninguém se magoou mas não deixo de me sentir estranha. Estive calma na parte da papelada pós-acidente mas, mal me vi sozinha, desatei num pranto que demorou a passar. Os calmantes são fabulosos nestas situações. No dia a seguir parecemos “zombies” mas realmente o choro passa. E amanhã de certeza estarei melhor. Não fui a primeira nem serei a última. “Só acontece a quem anda na estrada” ouvi eu algumas vezes hoje. Eu sei. Não deixa de doer. Passará de certeza. Como tudo.

Primavera

Chegou! E esperemos que venha com muitos dias de sol. Não há dúvida que o sol e o calor ajudam a que a disposição melhore. Nada como sair de casa sem kispos e cachecóis. Estou ansiosa pelas roupas mais frescas, lenços coloridos, colares e pulseiras de todas as cores do arco-iris e sandálias. E muitas flores. Posso espirrar um bocadinho mas a vista dos campos cheios delas vale bem a pena. Bem-vinda, Primavera!

Verde Mike

A minha sobrinha adora pintar e adora o Mike, dos Monstros e Companhia. Então, como é óbvio na cabecinha de uma criança de dois anos, o verde alface é o “verde Mike”. Amei! :)

Gosto de… brinquedos Little People

Gosto muitos dos brinquedos dos “Little People”. A minha sobrinha tem uma série deles e brinca muito com os bonecos. Adoro o avião, a casa, a quinta e os bonecos. São todos lindos. Existem de todas as raças e com todo o tipo de apetrechos. Há dias, como ela adora cantar os “parabéns a você”, o meu cunhado comprou um conjunto de 2 bonecos com o bolo de aniversário. Agora as duas reunimos “os amiguinhos” na casa e fazemos festas de aniversário. Ela delira e minha “criança interior” também! :)

Dia colorido

Dia colorido de piquenique. O verde da relva. O azul do céu. O amarelo do sol. O rosa da pena das raquetes de badminton. O vermelho da garrafa de coca-cola. O branco das nuvens. O castanho dos olhos alegres da minha irmã.

Gosto de dias coloridos! :)

Surpresas

Adoro fazer surpresas. Nesse aspecto sou de impulsos. Apetece-me e faço. Fiz algumas ao longo da vida. É delicioso ver a cara das pessoas que não estão nada à espera de me ver, ou de receber um presente inesperado, ou de me verem a cantar os parabéns de queque e vela de aniversário lá espetada. Gosto de dar. Seja um beijo, um abraço apertado, um presente ou um simples “gosto muito de ti”. Sabe bem. De surpresa, ainda sabe melhor. :)

Promessa

Não gosto de… cenas com cadáveres

Gosto de ver os episódios do Bones. A parte chata é que os primeiros cinco minutos de cada episódio da série tenho que estar de olhos fechados. Os cadáveres em decomposição, com larvas e restantes bichinhos rastejantes, são demais para o meu estômago. Eu sei que é tudo a fingir. Incomoda-me na mesma. Podiam passar logo à fase dos ossos. Eu ia, de certeza, gostar mais! :)

Mentira

Mentira atrás de mentira. Nunca soube o termo médico com que foi diagnosticada mas só pode ser qualquer coisa tipo “compulsivo”.

Era uma colega de trabalho. Com a diferença de ter cancro em estado terminal. Tinha uma alergia contagiante e toda a gente gostava dela. E, ao sabermos das idas ao IPO, internamentos, saídas repentinas para tratamentos de urgência, ficávamos todos com o coração apertado. Lembro-me de uma visita ao aeroporto em que tivemos que pedir um daqueles carrinhos para a transportar. Estava demasiado cansada. E de outro em que lhe carreguei as malas pelo mesmo motivo. Um dia manda um e-mail a marcar um jantar de despedida. Os médicos tinham dito que o estado estava a agravar-se e que o tempo seria pouco. Lágrimas. Sofrimento.

E, para surpresa de todos, descobriu-se que tudo era MENTIRA. A rapariga não tinha cancro. Nunca tinha sido internada no IPO. Nunca precisou de cadeira no aeroporto. Esteve mais de um ano nesta farsa. Acho que não dá para explicar o que se sente. Perplexidade. Acima de tudo, gostava de entender como alguém consegue fazer isto. Tento acreditar que é por algum tipo de doença. Alguma necessidade pouco saudável de atenção. Doeu. A todos os que com ela trabalharam, conviveram e sofreram. Eu fui uma delas. Não me tornei céptica. Encarei como mais uma lição de vida.

Adeus

Ninguém sabe quando acontece, mas acontece. De repente, damo-nos conta de que deixamos de dizer “Olá” para dizer “Adeus”.

Martin Amis

Pins

Em adolescente coleccionava pins. Lembro-me que tinha bastantes. Grandes, pequeninos e médios. E que, basicamente, não os usava. Só os tinha enfiados numa caixinha. Entretanto cresci e deixei de ligar a pins. Até que a minha irmã se lembrou de mandar fazer alguns com imagens de que ela gostava. E eu fiquei apaixonada por eles e já tenho dois. A menina com o coração e a menina com os olhos grandes. Tenho usado muito. Fica giro com um monte de roupa e tenho recebido elogios de quem vê e gosta. Obrigada, mana, pela ideia. Acho que a colecção em adulta não vai ficar pelos dois. À venda na loja mais bonita do mundo!  Na Setes! :)

Sapatos altos: update

Cada vez fico mais convencida que isto de andar de saltos altos nasce ou não connosco. Uma das crianças da minha vida, irmã de uma amiga, tem dois anos e pouco. E anda na perfeição em cima dos saltos altos da irmã. Eu não acho isto normal. Ou melhor, eu não devo ser normal. Tenho quarenta e não consigo. Conclusão: isto deve ser coisa que vem (ou não) nos genes. Ou meus, nitidamente, tinham a função “andar de saltos altos” desactivada! :)

Acessórios de cabelo

Adoro acessórios para colocar no cabelo. Sejam ganchos de todos as cores e feitios, bandoletes, lenços e afins. Não tenho, contudo, as melhores orelhas para o efeito. São saídas e nem tudo assenta bem. Adorava ser como a Penelope Garcia, do Criminal Minds, que consegue sempre o adereço ideal. Mesmo os mais arrojados lhe ficam bem. Achei a moda das flores no passado Verão uma praga. Nem toda as mulheres ficam bonitas com uma flor no cabelo. Algumas mulheres ficavam fabulosas. Outras de fugir. Eu usei uma no casamento de uma amiga. Uma rosa vermelha de pano. Para dançar o flamenco. Ficou-me bem. Não repeti a gracinha na rua. Quando o meu cabelo crescer, talvez o faça. Até lá, vou usando os ganchos que consiga evitar de perder. :)

 

Ratatouille

Adorei! E dei-lhe um xi-coração na Disney! Quem é sortuda, quem é? :)

Chá

Gosto muito de chá. Este foi, de longe, o melhor que já provei na minha vida. Numa Casa de Chá, na Ponta do Pargo, na Madeira. Era uma mistura de ervas frescas com casca de limão. A senhora disse-me quais. Não apontei. Agora quero fazer igual e não sei o que colocar. Tenho que voltar à Madeira para lhe perguntar. :)

Cinema

O meu marido recebeu este livro nos anos. É uma boa ideia para se oferecer a alguém que goste de cinema e de livros. Trata-se de um livro com cartoons que explicam em quatro quadrados o filme. No caso, noventa e nove filmes. Alguns são hilariantes. Vale a pena! :)

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